Grande Reserva

Vinho solene, a desafiar a Gastronomia da quadra que se avizinha. E um Alentejo distinto, pela forma muito particular como o terroir da Vidigueira exprime um lote exclusivo de castas portuguesas: Viosinho, Rabigato e Arinto. Chegou o Herdade Grande Branco Grande Reserva!

Um vinho subtil, a demonstrar profundidade de boca, untuosidade, mas com a acidez natural e mineralidade que lhe conferem um grande equilíbrio. Um branco com estrutura, complexo, a pedir um prato mais elaborado, ou precisamente a desafiar a gastronomia associada à quadra natalícia que se avizinha, desde um bom queijo, ao incontornável bacalhau da Consoada. O novo Grande Reserva da Herdade Grande, topo-de-gama desta casa, um dos mais antigos projetos familiares do Alentejo, acaba de ser lançado no mercado, propondo-se às mesas solenes que se avizinham. E propondo um Alentejo diferente!

 

Nascido da colheita de 2018 e integrando um lote exclusivo de castas portuguesas – Viosinho, Rabigato e Arinto – este Grande Reserva é um dos exemplos do trabalho realizado pela nossa família, proprietária da Herdade Grande desde 1920, no estudo da adaptabilidade das castas ao terroir da Vidigueira. “Este vinho traduz ele próprio uma evolução no perfil do nosso Grande Reserva, oferecendo uma nova expressão da frescura e mineralidade tão característicos da nossa região. A invulgar conjugação destas três castas na nossa região, e o potencial que revelam no nosso terroir, resulta num vinho original, de grande nobreza e equilíbrio, indicado para os mais especiais momentos de celebração”, explica Mariana Lança, diretora geral da Herdade Grande.

 

Este é o primeiro Branco Grande Reserva assinado pela nova equipa de enologia da Herdade Grande, agora liderada por Diogo Lopes. “É um vinho com uma boa estrutura, e que integra castas que se destacam pela acidez. Tivemos uma grande preocupação com o tempo da colheita, procurando a melhor expressão neste terroir tão rico da Vidigueira. Seguiu-se a fermentação em barricas de carvalho francês, de florestas selecionadas, procurando uma integração perfeita da madeira”, afirma Diogo Lopes. “Este é um vinho surpreendente, de um Alentejo diferente, pela expressão muito particular que estas castas oferecem na nossa zonagem”, termina o nosso enólogo.

 

Eis nota de prova: Aspeto cristalino, cor amarelo cítrico com reflexos esverdeados. Aroma rico e intenso com notas minerais e frutadas de toranja e goiaba, envoltas na subtileza do tostado das barricas. Na boca mostra-se elegante, untuoso, com paladar complexo e equilibrado e acidez bem balanceada. Fruta e mineralidade dominantes, bem casadas com leves notas de tosta, terminando num final longo e persistente.